Capal integra organização e programação técnica da 9ª Conferência Brasileira de Pós-Colheita
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A 9ª edição da Conferência Brasileira de Pós-Colheita (CBP) movimentou o cenário do agronegócio em Carambeí/PR na última semana. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Pós-Colheita (ABRAPOS), contou com 675 visitantes de todo o país, entre especialistas, pesquisadores, produtores rurais e profissionais do setor. Segundo a organização, a edição nos Campos Gerais do Paraná teve participação recorde de expositores, ultrapassando 260 estandes e 80 empresas com amostras de soluções inteligentes e tecnológicas que auxiliam na manutenção da qualidade dos grãos nas unidades armazenadoras.
A Capal Cooperativa Agroindustrial, junto às cooperativas Frísia e Castrolanda, foi responsável pela organização do evento, realizado de forma simultânea com o XIII Simpósio Paranaense de Pós-Colheita de Grãos.
O ciclo de palestras técnicas foi segmentado para abordar temáticas amplas do pós-colheita, como gestão, segurança, inovação, qualidade, logística, exportação e classificação dos grãos. Além dos painéis com profissionais da área, a programação contemplou a apresentação de trabalhos científicos de centros de ensino e pesquisa de diversas regiões do Brasil.
“A CBP tem como objetivo abarcar todos os processos da pós-colheita. As conferências são uma oportunidade para reunir cooperativas, especialistas da área, professores, doutores e pesquisadores. Este coletivo capacitado enxerga a pós-colheita com um objetivo em comum: cuidar e conservar a integridade do grão até passar para o próximo passo da cadeia de produção que é o abastecimento”, declara o coordenador de Operações de Grãos da Capal, Carlos Faria, que mediou o painel intitulado “Micotoxinas e pragas no armazenamento de grãos” e também atuou na comissão organizadora do evento.
A palestra “Boas práticas de segurança nas unidades de armazenamento de grãos” foi apresentada pelo engenheiro de Segurança da Capal, Rogério Soares. Durante a explanação, Soares enumerou algumas práticas de contenção de riscos e manutenção corretivas que são aplicadas nas unidades armazenadoras da cooperativa.
“As equipes precisam apurar um olhar mais crítico sobre as situações de risco, parar e observar junto com a produção para entender quais são as dores, e aí sim chegar em um denominador comum em que se atende a qualidade, a segurança e a produção. Assim, alcançamos a excelência operacional porque aí se tem garantia do produto final com qualidade, de entrega de produção e que foi desenvolvido de forma segura, sem expor os colaboradores ao risco”, explica o engenheiro.
Para saber mais sobre o trabalho desenvolvido pela Associação Brasileira de Pós-Colheita, acesse abrapos.org.br.